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O Jornal O Globo repercutiu na última quarta-feira (13), o debate sobre corpos e pressão

O Jornal O Globo repercutiu na última quarta-feira (13), o debate sobre corpos e pressão

O Jornal O Globo repercutiu na última quarta-feira (13), o debate sobre corpos e pressão estética na cena tribal house, que ocorreu às vésperas da Festa da Lili no primeiro fim de semana de agosto, em Brasília.

A matéria destacou o relato do Felipe Ablo (foto), designer de 34 anos — Fiz a “reposição hormonal”, como muitos médicos dizem de uma forma romantizada. Antigamente era menos comum encontrar médicos que receitassem, hoje é bem fácil. Senti que precisava me igualar, tanto pelo ambiente de festas, como pelas redes sociais. Cedi muito a essa pressão. Mas você vê que sempre quer mais, essa busca por comparação e por ser aceito é sem fim. Hoje quero ter saúde. A gente brinca que o “ciclo” é um “corpo emprestado”, e eu não queria pagar esse preço.

O “ciclo”, que Felipe fazia, é o nome popular para o uso dos anabolizantes por um período de geralmente três meses com um objetivo específico, como uma festa ou o carnaval, seguido por uma pausa para minimizar os efeitos colaterais. Termos como “ciclar” costumam ser utilizados para se referir ao uso dos hormônios.

— Depois do ciclo você perde libido, fica deprimido, fica mais cansado, o corpo muda. Então tem gente que, para não ter esse pós, usa de forma contínua. Não acho que devemos recriminar as pessoas, mas educar sobre escolhas e consequências. E como a área médica começou a receitar, existem muitos “protocolos” disponíveis — diz o designer.

A matéria completa pode ser conferida no Jornal O Globo.

Publicado originalmente no Instagram da Circuito Tribal House.

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