No último dia 18 de setembro, o produtor André Almada @andrealmada trouxe à discussão
@andrealmada
No último dia 18 de setembro, o produtor André Almada @andrealmada trouxe à discussão a cultura do último minuto: sim, está acontecendo um fenômeno global em que mais pessoas deixam para comprar seus ingressos de última hora para as festas.
A prática é explicada não apenas por fatores culturais, como o imediatismo, mas também por fatores econômicos. Com a alta do custo de vida, consumidores esperam o próximo salário ou buscam ingressos de segunda mão mais baratos.
Para os produtores, essa demora compromete o fluxo de caixa, aumenta o risco de cancelamentos e dificulta a atração de patrocinadores e investidores, já que a previsibilidade é essencial para garantir entregas seguras.
Almada afirma que “sem essa segurança de venda antecipada, fica inviável arcar com os altos custos de produção”. O produtor continua afirmando que “não adianta inventar promoções mirabolantes, falsas campanhas de escassez, de últimos ingressos, ‘90% do lote vendido’, porque tudo é uma mentira”. A verdade é que muitas festas correm o risco de cancelamento por falta de previsibilidade.
Por sua vez, nos comentários do vídeo, postado por André Almada em sua rede social, o público justificou a compra tardia de ingressos por diversos fatores, tais como: imprevisibilidade nas escalas de trabalho e plantão, falta de recursos financeiros para pagar ingresso, logística e consumo de bar, e outros apontaram a ausência de informações completas sobre line-up e locais das festas como justificativa.
Publicado originalmente no Instagram da Circuito Tribal House.
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